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A CASA

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Com 165m², a casa nasce de uma pesquisa sobre afrofuturismo e transforma essa visão em experiência física. No centro do restaurante, uma grande estrutura circular em bambu se inspira na roda — dinâmica de encontro presente no jongo, na capoeira, na conversa e na mesa. Símbolo de coletividade, troca e movimento, ela organiza o espaço como quem abre lugar para a cena acontecer.

Bambu, taipa, madeira, piaçava e barro constroem uma arquitetura de matéria viva. São elementos naturais, táteis e simbólicos, escolhidos pela relação com resistência, renovação, memória e território. O bar, revestido em Pedra Bahia azul, de origem brasileira e tonalidade marcante, torna-se o coração da casa: ponto de encontro entre gastronomia, coquetelaria e convivência. É onde a noite começa, onde a conversa ganha corpo e onde o tempo resolve ficar mais um pouco. Pratos de barro, tecidos, mobiliário, estampas e obras de arte completam uma curadoria que valoriza o trabalho manual e a potência criativa afro-brasileira.

O projeto arquitetônico é assinado pelo Estúdio Guto Requena, com Gabriela de Matos e Mateus Fraga, a partir da visão criativa de Alex Allard.

Reservas pelo Mata App

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A MESA

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Conheça os sabores do Preta Maria

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